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A ideia da implementação local de uma instituição que respondesse às necessidade da criança deficiente e/ou famílias com filhos, surgiu basicamente por duas razões:

Pelo número de crianças inscritas na Caixa de Previdência, para apoio económico e colocação das mesmas em Colégios de Recuperação Médico – Psico-Pedagógico;

Inexistência de qualquer recurso Institucional, quer a nível local, quer distrital.

A nossa história

No passado, a sociedade desenvolveu quase sempre obstáculos à integração das pessoas com deficiência. Receios, medos, superstições, frustrações, exclusões, separações, etc., preenchem lamentavelmente vários exemplos históricos que vão desde Esparta à Idade Média.

Hoje, o direito à diferença é reconhecido internacionalmente. 

É importante recuar no tempo e recordar que na Antiguidade Clássica relacionava-se a deficiência a crenças sobrenaturais, demoníacas e supersticiosas. Como diz Fonseca (1989:217),

A Revolução de Abril de 1974 restituiu aos portugueses os direitos e liberdades fundamentais, dando-se início a uma viragem histórica na sociedade portuguesa. 

Movidos pela necessidade de preencher uma lacuna na educação e reabilitação das crianças especiais, um grupo de técnicos, pais e pessoas interessadas organizaram-se e criaram a Cooperativa de Ensino e Reabilitação de Crianças Inadaptadas de Leiria.

As alterações políticas provocadas pela Revolução levaram a que movimentos associativos e cooperativos apresentassem a questão das insuficiências na área da educação especial e em 1975 surgiu o Movimento CERCI – Cooperativas de Ensino e Reabilitação de Crianças Inadaptadas.

 

Este movimento, que se iniciou em Lisboa com a primeira Cerci, rapidamente se espalhou por todo o País para dar resposta à educação das crianças com necessidades educativas especiais.

E assim, a 16 de Julho de 1976, nasceu, em Leiria, a CERCILEI. 

"O arranque foi um "milagre""

Partiu-se do nada, experimentou-se uma e outra coisa, foram-se descobrindo situações que nos ajudavam”, referiu um pai, numa das reuniões de Sócios Fundadores realizada na CERCILEI.

Movimento CERCI

Apoiados pelo Movimento CERCI, pais e técnicos da Caixa de Previdência deslocaram-se várias vezes à CERCI de Lisboa para recolher o máximo de informação possível. 

Em Leiria, as reuniões eram realizadas na Caixa de Previdência, envolvendo os profissionais existentes nos serviços (médicos, psicólogos e outros técnicos), pais e encarregados de educação. Destes encontros preparou-se a primeira grande reunião que teve lugar no Colégio Maria Imaculada Conceição, e que foi anunciada nas homílias desse mesmo colégio. Deu-se a conhecer o projeto à comunidade, sensibilizando-a  e convido-a a associar-se a esta causa. Foram muitos serões de preparação e estruturação da instituição.

O primeiro logotipo

O primeiro logótipo era vermelho e branco, desenhado pelo Dr. Luís Borges da Gama, na altura, um jovem de dezoito anos.

Em 1978, foi desenhado o logótipo actual pelo escultor e pintor Fernando Marques, também professor de Trabalhos Manuais na CERCILEI, durante os anos lectivos 1976/1978.

Do logotipo faz parte o “ex corde” que significa “do coração”.

1976

Primeiros Desafios

Primeiros passos

Estavam lançados os primeiros passos. Reuniões na Caixa Previdência e outras tarefas continuavam a ocupar intensamente todos os serões.

Eram necessárias instalações

A primeira ideia foi para a Quinta do Amparo, localizada nos Marrazes. O Padre Galamba mostrou-se recetivo, visitaram-se as instalações mas estas eram demasiado grandes e exigiam muitas obras. 

Optou-se pelo antigo Posto Médico, situado na Avenida Marquês de Pombal, na altura cedido gratuitamente pela Caixa de Previdência, atualmente pertencente ao Novo Banco.

Desocupado há algum tempo, exigiu uma grande recuperação: muitos serões a esfregar o chão, pintar portas, paredes e janelas para, em dezembro de 1976, estar em condições de se poder começa funcionar com alunos. 

Os primeiras móveis, mesas e cadeiras, foram feitos pelos pais neste mesmo local.

As refeições vinham de casa, não havia cozinha nem refeitório. O transporte era de responsabilidades dos encarregados de educação, pois não existiam carrinhas.

Mais tarde, quando a CERCILEI já contemplava auxiliares ao seu serviço, alguns alunos vinham de autocarro. Nessa altura, as auxiliares iam esperá-los à paragem do autocarro e à tarde levavam-nos do mesmo modo, para o regresso a casa. Do outro lado os pais procediam de igual forma, de manhã levavam o filho ao autocarro e à tarde aguardavam a sua chegada.

Apesar de todos os esforços a situação não estava resolvida. Com o decorrer do tempo verificou-se que estas instalações não ofereciam condições de segurança para os alunos:

Não há dúvida que o esforço “valeu a pena”, revela Manuel Valentim no caderno 40 ANOS de vidas cheias de vida, de autoria de Lurdes Trindade, incluído no livro Balões de Todas as Cores, autora Maria José Damásio. “Os filhos são o maior bem dos pais. Quando nascem deficientes parece que o mundo lhes cai em cima, e até recuperarem dos primeiros impactos, sentem que estão sozinhos no mundo. Com este projeto, os pais sentiram-se acompanhados… e perceberam que juntos poderiam melhorar a vida dos seus filhos e de todas as crianças deficientes”.

Porque não se é para sempre criança...

Estavam localizadas numa zona de movimento e o muro que a circundava era muito baixo. Ao fim de três meses tentou-se, em vão, a casa do Dr. Roberto Charter. Surgiu então a hipótese de se ir para a casa situada na Sismaria, Leiria-Gare, com uma renda mensal de dez mil escudos, onde funcionou durante dezanove anos.

Os sócios fundadores são nomes que ficam na história da CERCILEI, que deram forma a esta Instituição e a ensinaram a caminhar, lançando-a para um espaço ainda hoje caracterizado pela muita militância e solidariedade. 

Socialmente foi acarinhada por todos e presentemente até pelos mais novos, através do Pirilampo Mágico, hoje símbolo da solidariedade para com as CERCI´S.

 

Contacto com os outros

Mas o trabalho não se limitava só a Leiria, era necessário dialogar com outras CERCI´s, trocar experiências, procurar apoios, angariar fundos.

A FENACERCI, Federação Nacional das CERCI´s, nasceu das reuniões trimestrais que se faziam aos sábados e domingos, para se dialogar sobre as dificuldades sentidas, dinâmicas de funcionamento, formas de apoios, entre outros. Foi em Montemor-o-Novo, em 1978, que se fizeram as primeiras diligências para a sua constituição. Todas estas deslocações tinham custos, que eram suportados pelos próprios, alguns com muitas dificuldades.

1976

Organização da Cooperativa

Orgãos Sociais

A Cooperativa, desde o seu início é dirigida por uma Mesa Assembleia-geral, Direção e Conselho Fiscal, eleitos em Assembleia-geral, por voto secreto

Os primeiros órgãos sociais:

Mesa da

Assembleia-geral

Presidente - Fernando Rebolo

Vice - Presidente - Mª Eunice Fael

1º Secretário - Lino Calixto

2º Secretário - António Silva

 

Direcção

Presidente - José Basílio

Tesoureiro - Alfredo Carvalho

1º Vogal - Manuel Frazão Valentim

2º Vogal - Abílio Filipe

3º Vogal - Mª de Lurdes Monteiro

 

Conselho fiscal

Presidente - Carlos dos Santos

1º Vogal Efectivo - Mª de Fátima Silva

 2º Vogal Efectivo - Fernando Gabriel

1º Vogal Suplente - Américo de Barros

2º Vogal Suplente - Flamiano Carlos

Ao longo do tempo houve alteração na designação e composição de alguns órgãos socias, passando a Direção a designar-se por Conselho de Administração, composto atualmente por um presidente, um vice-presidente, um tesoureiro e dois secretários, o Conselho Fiscal, por um presidente e dois vogais e a Mesa da Assembleia Geral, por um presidente, um vice-presidente e dois vogais.

Os outros técnicos

Durante os primeiros anos de existência, a CERCILEI contou ainda com o apoio de duas técnicas de serviços social da Caixa de Previdência e da colaboração, em regime de voluntariado, de um psicólogo, de uma médica pediatra e de um médico psiquiatra.

As auxiliares

As Auxiliares foram o quadro de pessoal seguinte, mas as primeiras pessoas a exercerem estas funções eram alunas do Serviço Cívico Estudantil (considerado um ano pré-universitário), fazendo parte do seu currículo atividades de serviço à comunidade. Esta situação representava uma grande ajuda para a CERCILEI, na medida em que não trazia encargos financeiros. 

As seis professoras tiveram conhecimento da existência de uma escola para deficientes, que era a CERCILEI, por intermédio das várias delegações escolares que divulgaram a informação e abriram inscrições para os professores que estivessem interessados em lecionar no ensino especial.

Candidataram-se oito professoras que foram convocadas para participar numa ação de formação sobre o ensino especial, realizada na Gulbenkian. Das oitos candidatas, apenas seis podiam ser destacadas, tendo-se chegado a um consenso.

Os professores

O primeiro quadro de pessoal foi constituído por seis professoras do 1º Ciclo. A sua colocação foi por destacamento, conforme ainda hoje acontece, embora atualmente seja por procedimento de mobilidade estatutária.

Também neste mesmo ano adquiriu uma moradia para o funcionamento da segunda unidade residencial e inaugurou o edifício do Pólo Intermunicipal Porto de Mós e Batalha do Centro de Atividades Ocupacionais, resultado da comparticipação financeira da candidatura ao programa PARES, Programa de Alargamento da Rede de Equipamentos Sociais e do apoio incansável da Câmara Municipal de Porto de Mós.

O processo foi difícil, mudaram governos, quadros comunitários de apoio, transferência de serviços..., mas a Cercilei, com a determinação em alcançar os seus objetivos, conseguiu ultrapassar todas as vicissitudes e em 2006 inaugurou o novo centro. Com excelentes condições, alargou os cursos a funcionar a nível interno, oferecendo um leque variado de opções aos candidatos a formandos e uma melhor preparação para o ingresso no mercado de trabalho. 

2006, um ano de muitas conquistas

O interregno de cerca de 15 anos, decorridos entre a cerimónia de lançamento da 1ª pedra para a construção das novas instalações do Bloco de Aquisições Básicas e a Inauguração do CINFORM, Centro de Informação e Formação Profissional da Cercilei destinado à formação profissional, reflete o esforço, a perseverança e o acreditar que caracterizam a Instituição.

é de realçar o empenhamento de todos os colaboradores da Cercilei pela dedicação prestada no sentido de se alcançar o restante valor. A comparticipação do Ministério do Trabalho e da Solidariedade também se fez sentir, com a aquisição do equipamento indispensável ao funcionamento da cozinha e do refeitório.

Sendo uma obra comparticipada parcialmente pela Segurança Social, cerca de sessenta porcento,

Na expectativa de que com estas instalações os nossos jovens possam ser capazes de retribuir as ajudas que têm recebido por parte de todos aqueles que, de algum modo, têm contribuído para o engrandecimento desta obra, o nosso reconhecimento.

O projeto de arquitetura foi igualmente realizado pelo GAT, Gabinete de Apoio Técnico de Leiria e as obras acompanhadas e fiscalizadas pelos técnicos deste serviço, que muito nos acarinharam e por quem nutrimos grande consideração, já que sem eles não seria possível alcançar os resultados pretendidos.

Foi praticamente ao longo do ano letivo 1995/1996 que a CERCILEI viu ampliar as suas instalações, com o início da construção de mais um bloco situado paralelamente ao já edificado

Para além dos referidos espaços, o edifício contemplava também uma lavandaria e uma sala específica para pintura em cerâmica.

1999, o ano do CAO

Centro de Atividades Ocupacionais

Estamos em 1999 e a construção do bloco da cozinha, refeitório e Centro de Atividades Ocupacionais é já uma realidade em fase de acabamento.

A valência Educativa era frequentada por alunos em idade escolar, distribuídos por grupos consoante a idade e o grau de desenvolvimento, o Centro de Atividades Ocupacionais dava resposta a jovens com idade igual ou superior a dezasseis anos, sem possibilidade de integração laboral e a Formação Profissional, destinada à mesma faixa etária, ministrava cursos de formação profissional com vista à integração no mercado normal de trabalho.  Paralelamente, 

Neste novo edifício recebeu-se o primeiro aluno em cadeira de rodas, a questão das barreiras arquitetónicas estava superada. Para dar resposta a todos, no âmbito dos transportes também se investiu na aquisição de uma carrinha adaptada.

O reencontro, a oportunidade de estarem todos juntos, partilharem novidades e abraços, proporcionavam momentos de grande entusiasmo. A par desta alegria, a circulação das carrinhas também contribuíram para dar visibilidade à Cercilei

Era a Cercilei em movimento!

Diariamente as carrinhas transportavam quem já estava nas novas instalações para o almoço a decorrer no antigo edifício. A logística era complicada mas há sempre um lado positivo.

Embora a inauguração tenho sido em Maio de 1995, a mudança só se efetuou em Setembro, altura em que se iniciou o novo ano letivo. Neste novo espaço funcionavam os serviços administrativos, a valência educativa e uma sala destinada a alguns utentes do Centro de Atividades Ocupacionais.

Os outros, bem como a Formação Profissional e os serviços de cozinha e refeitório continuavam nas antigas instalações.

1995, a transição para as novas instalações

As novas instalações, bloco de Aquisições Básicas, constituíram um passo importante na melhoria das condições de trabalho.

Bem hajam!

Muitas ações de solidariedade se realizaram e mais uma vez a intervenção dos Lions Club de Leiria foi fundamental, todas as suas iniciativas foram a favor da CERCILEI, anos e anos até o edifício estar concluído. No âmbito da relação estreita entre os Lions, as entidades das quais se destaca a Autarquia, a comunidade, o tecido empresarial e a comunicação social, os apoios começaram a surgir e foi tão forte este envolvimento que a CERCILEI nunca esquecerá as atenções recebidas.

Estavam lançados os primeiros dados.

O projeto de arquitetura e das especialidades, bem como o acompanhamento e a fiscalização da obra, foi feito pelo GAT, Gabinete de Apoio Técnico de Leiria.

A primeira resposta veio da comunidade quando a Cercilei recebeu a visita dos Lions Club de Leiria que, sensibilizados com a situação, diligenciaram. A Fundação Internacional dos Lions interveio, conheceu-nos e atribuiu uma verba no valor de 50 mil dólares a serem aplicados no espaço de um ano.

 Curiosamente, o primeiro edifício a ser construído foi o bloco de Aquisições Básicas, orientado para a valência educativa, sem quaisquer apoios do Estado e que foi abraçado pela comunidade.

Contactados os ministérios das tutelas das várias valências, as respostas foram surgindo:

o Ministério da Educação não estava vocacionados para comparticipar obras, a Segurança Social, se aprovado o projeto de construção destinado ao funcionamento do Centro de Atividades Ocupacionais, apenas comparticiparia parcialmente e o Instituto de Emprego e Formação Profissional, relacionado com o edifício referente aos cursos de Formação Profissional ministrados na Cercilei, em caso de aprovação, assumiria a totalidade.

O edifício na Estação começava a ser insuficiente para dar resposta às necessidades que iam surgindo. Era inevitável encontrar uma nova solução. A Junta de Freguesia de Marrazes já tinha cedido um terreno e a CERCILEI estava perante um grande desafio. Como angariar fundos para a construção de um edifício?

1995, o ano da mudança!

O sonho, as dificuldades, a perseverança, o acreditar, a solidariedade…

Novas instalações, a concretização de um sonho!

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Dados relevantes

Dados Relevantes

Porque não se é para sempre criança, a Cercilei foi crescendo à medida que os alunos iam crescendo, acompanhando as suas necessidades.

1976

  • Constituição da CERCILEI como sociedade Cooperativa de Responsabilidade Limitada, sob a forma anónima;

1980

  • Reconhecida como Pessoa Coletiva de Utilidade Pública, pelo Senhor Primeiro-ministro Dr. Francisco Sá Carneiro;

1988

  • Equiparada a Instituição Particular de Solidariedade Social, pela Direção Geral de Segurança Social; 

  • Concedida autorização definitiva de funcionamento como Estabelecimento de Ensino Particular e Cooperativo, pelo Ministério da Educação; 

  • Celebrado o primeiro acordo com a Segurança Social, para funcionamento de um Centro de Atividades Ocupacionais;

1991

  • Cerimónia de lançamento da 1ª pedra para a construção das novas instalações sediada na Freguesia de Marrazes, localidade dos Pinheiros; 

1992

  • Iniciada a Formação Profissional em posto de trabalho, tutelada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, com os cursos de serviços pessoais e domésticos, carpintaria e operários indiferenciados; 

1995

  • Inaugurada as novas instalações da CERCILEI – Bloco de Aquisições Básicas, onde publicamente se manifestou o reconhecimento por todos aqueles que tornaram possível esta obra;

  • Iniciada a Formação Profissional a nível interno, tutelada pelo Instituto de Emprego e Formação Profissional, com o curso de jardinagem;

1997

  • Inaugurada a 1ª Unidade Residencial, tutelada pela Segurança Social com acordo de cooperação, a funcionar numa moradia arrendada em Leiria;

1999

  • Concluída a construção do Bloco destinado ao funcionamento do Centro de Atividades Ocupacionais e serviços de cozinha e refeitório, comparticipada em 50% pela Segurança Social;

  • Aprovado o projeto da empresa de inserção social, CERCISERV, com prestação de serviços nas áreas de jardinagem e lavandaria, inicialmente financiada pelo Centro de Emprego de Leiria e atualmente com gestão autónoma e financeira;

  • ​​​Implementado o projeto “Nós”, um projeto de parcerias a nível da Intervenção Precoce, tutelado pela Segurança Social com acordo de cooperação;​​​​

2001

  • Criada uma Sala de Snoezelen, vocacionada para a estimulação sensorial;

  • Abertura da CERCISTORE, a lojinha da Cercilei que divulga os trabalhos realizados pelos jovens que frequentam o Centro de Atividades Ocupacionais;

2002

  • Parceria com o IEFP para Centro de Recurso Local, no âmbito da metodologia “Integração pelos Centros de Emprego”;

2004

  • Cerimónia de lançamento da 1ª pedra para a construção do Edifício da Formação Profissional, assinalada com “Sinal de Esperança”, pergaminho de autoria do Poeta António Meneses de Sá Pessoa, gentilmente oferecido à Cercilei;

2006

  • Inaugurado o CINFORM, Centro de Informação e Formação Profissional da Cercilei, edifício destinado à formação profissional;

  • Aberta a 2ª Unidade Residencial, tutelada pela Segurança Social com acordo de cooperação, a funcionar em Amor, numa moradia adquirida pela Cercilei;

  • Constituído o Pólo Intermunicipal Porto de Mós e Batalha do Centro de Atividades Ocupacionais, tutelado pela Segurança Social com acordo de cooperação, a funcionar provisoriamente nas instalações da Autarquia de Porto de Mós;

2007

  • Alargada a Intervenção Precoce aos conselhos de Porto de Mós e Batalha, tutelada pela Segurança Social com acordo de cooperação;

2008

  • Homologado o CRI, Centro de Recursos para a Inclusão, pelo Sr. Secretário de Estado da Educação, tutelado pelo Ministério da Educação;

2009

  • Inaugurado o edifício do Pólo Intermunicipal de Porto de Mós e Batalha, com o apoio do PARES, Programa de Alargamento à Rede de Equipamentos Sociais, e da Autarquia de Porto de Mós;

2011

  • Atribuída a 1ª Certificação da Qualidade pela norma europeia EQUASS, sistema de reconhecimento, garantia e certificação da qualidade das organizações que atuam no âmbito dos serviços sociais;

2016

  • Lançamento do Livro comemorativo dos 40 anos da Cercilei, “Balões de Todas as Cores”, de autoria de Maria José Damásio, que integra o caderno “40 anos de vida cheios de vida”, autora Lurdes Trindade.

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